Modernização no processo de compensação de cheques no Brasil incrementa GED

Serviços garantem mais segurança e controle às operações financeiras.

A Federação Brasileira de Bancos (Febraban)  fixou  calendário que sugere aos bancos no país unificar seus processos de digitalização para a truncagem de cheques - processo de tráfego e compensação de cheques por imagem - a partir de junho deste ano. A orientação significa novos investimentos em TI pelas organizações financeiras como forma de facilitar a padronização e acelerar a implantação da digitalização de documentos que irá garantir mais segurança, redução de custos e o acesso às informações de forma mais rápida e eficiente pelos clientes usuários das instituições. “Ao investirem na implantação de sistemas de digitalização de cheques, as instituições financeiras podem abrir novos canais de comunicação direta para seus clientes, com ferramentas para consulta e emissão de cópias digitalizadas de cheques compensados, bem como otimizar os processos internos da compensação. O processo de digitalização quando aplicado em larga escala gera diversos ganhos para os bancos, particularmente segurança e agilidade nos processos”, diz Paulo Carneiro, presidente da P3IMAGE, empresa brasileira especializada em Enterprise Content Management (ECM).

As tecnologias e serviços de Gerenciamento Eletrônico de Documentos (GED) são adotadas cada vez mais por empresas dos diversos segmentos econômicos no país – em 2008 o faturamento anual bruto das empresas de ECM, GED e tecnologias correlatas foi de R$1,5 bilhão. Elas promovem a gestão eficaz para a redução dos custos operacionais e o aumento da segurança e da eficiência na tramitação das informações, resultados que coincidem diretamente com as meta da modernização dos procedimentos bancários que buscam reduzir os altos custos ligados à compensação de cheques, como transporte, tratamento, troca, microfilmagem, reprodução e guarda física dos documentos. "O que se quer evitar é que o cheque continue a percorrer uma longa trajetória para ser validado, além de requerer muitos procedimentos manuais. Hoje, este caminho pode ser facilmente substituído pelo tráfego da imagem, o que reduz o custo e torna a operação muito mais simples”, garante Carneiro.

A P3IMAGE oferece todo o aparato tecnológico e operacional para auxiliar os bancos nesta tarefa. A empresa provê serviços de digitalização e gestão documental eletrônica, com Guarda Simples e Guarda Gerenciada de Documentos. A capacidade produtiva atual da P3IMAGE para digitalização é de 50 milhões páginas digitalizadas/mês somando-se as  operações de São Paulo e Rio de Janeiro, que podem ser adaptadas para volumes maiores conforme a demanda.

Para saber mais acesse o site www.p3image.com.br